Bloco confirma apoio a Manuel Alegre
A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda reuniu este sábado, com as presidenciais e o OE'2010 no centro da agenda política. | |
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CIDADÃOS! ERGAM-SE E LUTEM! LUTEM! LUTEM POR UM MUNDO MELHOR, MAIS JUSTO, MAIS SOLIDÁRIO E COM JUSTIÇA SOCIAL! TODOS TÊM DIREITO À FELICIDADE! PELA EUROPA DOS POVOS!
Bloco confirma apoio a Manuel Alegre
A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda reuniu este sábado, com as presidenciais e o OE'2010 no centro da agenda política. | |
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Alegre: Congresso do PS elegeu a esquerda como inimigo principal
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O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, defende que o histórico socialista Manuel Alegre seria o candidato às próximas eleições presidenciais que poderia unificar a esquerda, classificando-o como um nome "fortíssimo".
Em entrevistas à Antena 1, Francisco Louçã foi claro quando questionado sobre se seria preferia que a esquerda tivesse um único candidato a Belém: "Um candidato unificador é vantajoso e o nome de Manuel Alegre é fortíssimo nesse aspecto." Ainda assim, o líder bloquista sublinhou que essa é uma decisão que cabe a Manuel Alegre. "Decidirá em tempo próprio, mas tem um capital político próprio", disse.
A participação de Alegre no comício da esquerda continua a ser alvo de críticas. Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares, desafiou-o a apresentar propostas para os problemas do País, em vez de enunciá-los.
"Aqui e Agora: chegou o tempo de somar esquerda à esquerda"
![]() "A nossa força é precisamente a diversidade". José Soeiro, deputado do Bloco de Esquerda, deu o mote para os discursos que entusiasmaram as cerca de oitocentas pessoas que encheram o Teatro da Trindade e uma sala anexa em Lisboa, para participar no comício/festa "Abril e Maio, Agora, Aqui". A professora universitária Isabel Allegro Magalhães acusou o governo Sócrates de ser "socialista não praticante" e Manuel Alegre frisou que a pobreza e as desigualdades que assolam o país não são uma fatalidade e que "chegou o tempo de somar esquerda à esquerda". A noite abriu com o rock envolvente e melodioso dos Radio Macau. Vê as fotografias do comício | |
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Alegre critica esquerda "colonizada pelo neoliberalismo"
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Ana Benavente adere ao apelo
A socióloga e investigadora Ana Benavente, ex-secretária de estado da Educação do governo de António Guterres, associou-se ao apelo cujos primeiros subscritores são Manuel Alegre, Isabel Allegro Magalhães e José Soeiro. O apelo faz um diagnóstico crítico da actual situação social do país, e convoca para terça-feira uma sessão/festa no Teatro da Trindade. Recentemente, Ana Benavente publicou um artigo de opinião no Público intitulado "Sete notas de ressentido protesto", onde traçou um balanço demolidor do governo Sócrates.Esquerda.net |
Manuel Alegre e vários outros históricos socialistas estão, há um mês, em contacto com dirigentes do Bloco de Esquerda e vários independentes e renovadores comunistas. Este «diálogo novo» resulta, na próxima terça-feira, 3 de Junho, numa festa/comício, no Teatro da Trindade, em Lisboa, que foi convocado em nome dos «valores de Abril», mas que não deixará de servir para lançar fortes críticas ao Governo de José Sócrates. Serão oradores, além de Manuel Alegre, o deputado bloquista José Soeiro e a professora universitária, e antiga colaboradora da ex-primeira-ministra Maria de Lourdes Pintasilgo, Isabel Allegro de Magalhães. A parte musical estará a cargo, entre outros, dos Rádio Macau.
«Pode ser que isto não fique por aqui», adianta Manuel Alegre, em entrevista exclusiva à VISÃO que amanhã, quinta-feira, estará nas bancas. Nesta edição poderá ler, também, como tudo foi preparado, e que expectativas têm os organizadores desta acção inédita que pode trazer agitar as águas na esquerda portuguesa. Poderá também ler, na íntegra, o apelo Agora Aqui escrito pelo deputado socialista e consultar o nome de alguns dos 85 subscritores do documento, entre os quais o reitor da Universidade de Lisboa, António Nóvoa, ou os históricos dirigentes socialistas Edmundo Pedro e José Neves, além do ex-líder parlamentar do PCP, Carlos Brito, e militares de Abril, como o General Alfredo Assunção.
Excerto da entrevista a Manuel Alegre:
Quando diz que «é tempo de buscar os diálogos abertos e o sentido da responsabilidade democrática» não está a apelar a uma refundação da esquerda?
Há muita desesperança no País. Há pessoas que têm afinidades e estão há muito tempo separadas. Nós queremos juntar esquerda à esquerda. Mas não quero criar ilusões: não se trata de uma refundação.
Não se trata, então, do embrião de uma alternativa?
Encontrar uma saída programática seria bom, mas é muito difícil.
Excerto do apelo Agora Aqui:
«(…) Trinta e quatro anos volvidos, apesar do muito que Portugal mudou, o ambiente não é propriamente de festa. Novas e gritantes desigualdades, cerca de dois milhões de portugueses em risco de pobreza, aumento do desemprego e da precariedade, deficiência em serviços públicos essenciais, como na saúde e na educação. Os rendimentos dos 20% que têm mais são sete vezes superiores aos dos 20% que têm menos. (…)»
In Visão
| Alegre e Bloco criticam governo e convocam sessão/festa | | | |
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![]() Manuel Alegre e alguns dirigentes históricos do Partido Socialista juntaram-se ao Bloco de Esquerda numa declaração de crítica às políticas do governo de José Sócrates na área social, e de compromisso de falar claro "contra o pensamento único, a injustiça e a desigualdade". A declaração conjunta, com 85 assinaturas, convoca para a próxima terça-feira, dia 3 de Junho, uma sessão/festa no Teatro da Trindade, em Lisboa, onde usarão da palavra Manuel Alegre, Isabel Allegro, professora universitária e antiga colaboradora de Maria de Lourdes Pintasilgo, e o deputado bloquista José Soeiro. A declaração começa por fazer um diagnóstico muito negativo da situação que se vive em Portugal 34 anos depois do 25 de Abril. "Novas e gritantes desigualdades, cerca de dois milhões de portugueses em risco de pobreza, aumento do desemprego e da precariedade, deficiências em serviços públicos essenciais, como na saúde e na educação. Os rendimentos dos 20 por cento que têm mais são sete vezes superiores aos dos 20 por cento que têm menos", assinalando que numa democracia moderna, os direitos políticos são inseparáveis dos direitos sociais. "Se estes recuam, a democracia fica diminuída. O grande défice português é o défice social, um défice de confiança e de esperança." Os signatários colocam como exigência que se restaurem as metas sociais consagradas na Constituição e afirmam a necessidade de uma "cidadania contra a insegurança, contra as desigualdades, por mais e melhor democracia." A declaração faz ainda referência à política dos Estados Unidos, de "agressão" e de violações do direito internacional e dos direitos humanos, afirmando que "Bagdad, Abu-Ghraib e Guantánamo são os novos símbolos da vergonha", e afirma a necessidade de lutar pelos valores da Paz e pelos Direitos Humanos. Citando Miguel Torga, os signatários afirmam que "É tempo de buscar os diálogos abertos e o sentido de responsabilidade democrática que têm de se impor contra o pensamento único, a injustiça e a desigualdade." Entre os 85 signatários estão os fundadores do Partido Socialista Carolina Tito de Morais e José Neves, o histórico militante socialista Edmundo Pedro, os deputados bloquistas Francisco Louçã, Luís Fazenda, José Soeiro e João Semedo, a autarca de Lisboa Helena Roseta, os sindicalistas Ulisses Garrido, Mariana Aiveca e Manuel Grilo, o arqueólogo Cláudio Torres, o reitor da Universidade de Lisboa, António Nóvoa, o ex-líder parlamentar do PCP Carlos Brito, o militar de Abril general Alfredo Assunção, o editor Nélson de Matos, entre outros. Leia aqui a declaração e a lista de signatários
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