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sexta-feira, abril 10, 2009

Patriotismo ou colaboracionismo?

O Patriota e o Cherne

O Engenheiro defendeu na Assembleia da Republica que a seu apoio à candidatura do “Cherne”, à Presidência Europeia se justificava por ele ser português e este apoio ser patriótico. A sua cumplicidade com o crime da invasão e destruição do Iraque é assunto do passado e até o facto de ele ter demonstrado a sua subserviência aos interesses dos poderosos e dos grandes grupos económicos não o parece demover. É do interesse de Portugal que o Presidente da Comissão Europeia seja português não interessando quem ele é. Pelos vistos isso basta não importando quais as suas ideias nem as suas práticas. Tudo isto em nome do patriotismo, coisa que não mostra muito quando nos impinge um “Tratado de Lisboa” à força, recusando realizar um referendo, vende este país aos interesses de outros, retirando-lhe poder negocial, destruindo a nossa capacidade produtiva, tanto na industria como na agricultura e condenando-nos a ser o “Inatel” da Europa. Por muito menos já os portugueses defenestraram alguns “patriotas” destes no passado.
Wehavekaosinthegarden

quinta-feira, março 26, 2009

OS ESTÁGIOS DE SÓCRATES

A peça da propaganda de Sócrates a ser desmontada por cá. Foi no "Nós Por Cá" da SIC. Infelizmente, parece que não passou no Jornal da Noite



sábado, março 21, 2009

Hoje é o Dia do Teatro

Dia do Teatro

Uma vez mais se comemora o dia do Teatro e, para o simbolizar, escolhi o Engenheiro no papel de Cyrano de Bergerac. Não por ser um poeta, um herói ou um homem apaixonado como a personagem que representa, mas por ter um nariz igual so do Pinóquio, a característica que agora melhor o define. Afinal ser actor é ser aquele que consegue fingir ser o que não é, mesmo nunca deixando de ser quem realmente é.

Dia do Teatro

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Caso Freeport: polícia faz buscas a tio de Sócrates e ao advogado Vasco Vieira de Almeida

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal e a Polícia Judiciária realizaram hoje, no âmbito do caso Freeport, buscas na casa e empresas de Júlio Carvalho Monteiro, empresário e tio materno de José Sócrates, e no escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida, noticia a edição online do semanário “Sol”. De acordo com o jornal, em causa estão suspeitas de corrupção no processo que permitiu a construção do “outlet”, em Alcochete, e cujo inquérito criminal começou em Fevereiro de 2005.

Na sequência das diligências, as autoridades terão levado documentação diversa e alguma referente a “offshores antigas”, segundo disse Júlio Carvalho Monteiro. Ao semanário o empresário informou, ainda, que a contabilidade da sua empresa de Setúbal – a ISA – foi apreendida e que a polícia referiu também um email sobre o licenciamento da superfície comercial que terá sido enviado para o Freeport.

A 10 de Janeiro o “Sol” noticiou que as autoridades judiciais inglesas, que têm em curso uma investigação criminal sobre o licenciamento da construção do Freeport de Alcochete, tinham uma lista de 15 suspeitos de corrupção e fraude fiscal, encabeçada por um ex-ministro de António Guterres. Os outros suspeitos que terão estado na origem do desfalque à empresa de “outlets” são administradores do Freeport, autarcas portugueses, construtores e advogados.

Uma semana depois, o semanário avançou que o vídeo de uma conversa entre um administrador inglês da sociedade proprietária do espaço comercial e um sócio da consultora Smith & Pedro denunciava o pagamento de “luvas” ao ministro português envolvido no caso. O DVD estaria na posse das autoridades ingleses desde 2007.

O Freeport, construído numa Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, foi viabilizado num dos últimos Conselhos de Ministros do Governo de António Guterres, durante o mês de Março de 2002. Nessa altura, de acordo com as autoridades inglesas, saíram da sede da empresa em Londres grandes quantias de dinheiro que foram transferidas para Portugal através de “offshores” na Suíça e Gibraltar, alegadamente para o pagamento de “luvas”.

In Público

Comentário

Quem é o Ministro envolvido nesta corrupçao? Quem é? Não adivinham?

O problema é que se encontra imune…Noutros países democráticos já teria pedido a demissão do cargo. Só em Portugal …é que não.

Ainda querem votar num corrupto, aldrabão e mentiroso?

In Raiva

sexta-feira, outubro 17, 2008

O Orçamento mágico

Orçamento mágico

Wehavekaosinthegarden

sexta-feira, outubro 03, 2008

As mentiras descobrem-se depressa


Notícia da Agência Lusa, 2/10/2008

O Governo admitiu hoje que o alargamento da Acção Social Escolar não prevê o pagamento integral dos manuais obrigatórios do secundário, ao contrário do que está anunciado no site oficial do Ministério da Educação (ME).

No página do ME na Internet, lê-se que os alunos do "2º e 3º ciclos do básico e secundário integrados no escalão A [da Acção Social Escolar] beneficiarão, já a partir do próximo ano lectivo [2008/09] de refeições gratuitas e do pagamento integral dos manuais de aquisição obrigatória, para além de outros apoios".

No entanto, o despacho que consagra o alargamento da Acção Social Escolar (ASE), publicado em Diário da República a 11 de Agosto, impõe, no caso do secundário, uma comparticipação máxima de 120 euros para a aquisição dos manuais, que não chega para adquirir todos os livros.

Em declarações à Agência Lusa, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, admitiu hoje uma "incorrecção" das informações do site da tutela, que levaram muitos pais com filhos no secundário integrados no Escalão A a pensar que iriam ter direito a livros gratuitos. "Foi uma comodidade de expressão não distinguir o ensino secundário do ensino básico. A informação não está correcta porque, de facto, para o secundário não está previsto o pagamento integral dos manuais de aquisição obrigatória", afirmou Jorge Pedreira.

(...)

Este ano lectivo, segundo Jorge Pedreira, a comparticipação no caso do ensino secundário aumentou em 40 por cento e o número de beneficiários mais do que duplicou. No entanto, o responsável reconhece que neste grau de ensino o apoio chega para, em média, adquirir quatro manuais.

A situação apanhou desprevenida Fernanda Candeias, mãe de uma aluna do 10º ano do curso de Ciências e Tecnologias numa escola do Barreiro e integrada no escalão A: "Nem queria acreditar quando a minha filha traz um requisição que só lhe dava direito a adquirir três manuais. No curso dela são seis os manuais obrigatórios".

Os livros de Filosofia, Biologia e Matemática, os três em "packs" com cadernos de actividades ou com CD´s que a papelaria se recusou a separar, custaram cerca de 113 euros. Além disso, a filha ainda tem de adquirir uma bata, de cerca de 18 euros, mais uma calculadora gráfica que, "a mais razoável", acrescenta, anda na ordem dos 60 euros.

"Fiquei sem argumentos quando a funcionária da Acção Social Escolar me mostrou o despacho. Acredito que haja muitos mais pais frustrados. Acabamos por nos sentir defraudados em relação àquilo que foi anunciado. Vou ter de pedir ajuda à família porque não vou conseguir pagar o resto dos livros", afirmou a encarregada de educação.

"Manipular a miséria das pessoas com fins políticos não é decente. Não é humano. É o mesmo que acenar com uma garrafa de água a alguém a morrer de sede e depois dizer que só pode dar um gole", criticou a mãe, em declarações à Agência Lusa.
Movimento Escola Pública