sábado, dezembro 19, 2009


Assembleia Municipal de Portimão

Portimão, 15 de Dezembro de 2009

Voto de Louvor

- Considerando a relevância dos temas que têm inspirado as exposições apresentadas no Museu de Portimão e também o programa educacional em benefício da comunidade local, com destaque para a exposição permanente “Portimão - Território e Identidade“, que traça a interacção do homem com o meio ambiente durante um período de cinco milénios.

- Considerando a reconversão bem sucedida da antiga Fábrica Feu numa estrutura museológica que reproduz a rica herança da indústria de conservas de peixe, durante largas décadas tão importante em termos sócio- económicos para a população activa de Portimão.

- Considerando a atribuição do Prémio Museu do Ano 2010 do Conselho da Europa atribuído por recomendação do European Museum Fórum, bem como a menção honrosa referente ao prémio Melhor Museu Português, prestigiado galardão instituído pela Associação Portuguesa de Museologia.

O grupo municipal do Bloco de Esquerda congratula-se com o facto de Portimão possuir um equipamento de tamanha qualidade que só dignifica a cidade e, assim sendo, propõe que a Assembleia Municipal de Portimão, reunida em sessão ordinária no dia 15 de Dezembro de 2009, aprove um voto de louvor, quer ao Director do Museu, Dr.º José Gameiro, quer à equipa que o coadjuva.

O Grupo Municipal do Bloco de Esquerda

Luísa Penisga Gonzalez

Pedro Mota

Observação: Voto de louvor aprovado por unanimidade.

Cimeira de Copenhaga acaba em fracasso

Ban Ki-Moon e Lars Rasmussen encerraram a cimeira fracassada de Copenhaga. Foto Nações Unidas
Ao fim de dois anos de negociações, os países reunidos em Copenhaga não conseguiram o tão esperado acordo. Numa manobra de última hora, Obama reuniu as assinaturas de 28 países num texto que não define metas nem é vinculativo para ninguém.
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domingo, dezembro 13, 2009

Dossier Cimeira de Copenhaga criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

Dossier sobre a 15ª Conferência das Partes da Convenção da ONU para as Alterações Climáticas
De 7 a 18 de Dezembro, os olhos do planeta viram-se para Copenhaga. Neste dossier, destacamos as actividades dos movimentos sociais à margem da cimeira e revelamos as consequências do mercado de emissões de carbono e da irresponsabilidade do governo português. Leia também as opiniões de Naomi Klein, Marisa Matias e Boaventura de Sousa Santos, a declaração do Partido da Esquerda Europeia e a resposta de George Monbiot aos teóricos da conspiração "anti-aquecimentista". Para além da selecção de videoclips de combate às alterações climáticas, publicamos os fundamentos da alternativa ecosocialista, entre outros conteúdos. Acompanhe também o Diário de Copenhaga e as notícias da cimeira.
Esquerda.net

Marisa Matias fala no Klimaforum em Copenhaga

Marisa Matias na Climate March Foto de Carmen Hilário
A eurodeputada eleita pelo Bloco de Esquerda fala neste domingo num dos painéis da contra-cimeira.
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FALEMOS DE VICTOR JARA



Neste Sábado, dia 5 de Dezembro, teve lugar o segundo funeral de Victor Jara, um dos maiores nomes da canção latino-americana e universal, barbaramente assassinado a 16 de Setembro de 1973 pelos esbirros de Pinochet.

Notícias do funeral, desta feita público e não clandestino como há 36 anos, desta feita acompanhado pelos muitos milhares que, no Chile e noutros países, o recordam e o admiram, podem ser encontradas aqui, aqui e aqui.


sexta-feira, dezembro 11, 2009

Apelo e vigília de solidariedade com Aminetu Haidar criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

Fernando Nobre, Pedro Krupenski, José Manuel Pureza e Helena Roseta na entrada para a embaixada de Espanha - Foto de Paulete Matos
Foi entregue nesta Sexta feira nas embaixadas de Espanha e de Marrocos em Lisboa, um apelo de personalidades das mais variadas sensibilidades políticas e de todos os grupos parlamentares. Na sequência do apelo foi convocada uma vigília de solidariedade para a próxima Terça feira, 15 de Dezembro às 18.30 horas, frente ao Centro Jean Monet em Lisboa.

O apelo foi entregue nas embaixadas de Espanha e de Marrocos por Fernando Nobre, presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), Helena Roseta, vereadora da Câmara de Lisboa, José Manuel Pureza, deputado do Bloco de Esquerda, e Pedro Krupenski, director executivo da Amnistia Internacional Portuguesa.

No documento as personalidades apelam "aos Reinos de Espanha e de Marrocos para que sejam criadas, com a máxima urgência, condições para que Aminetu Haidar regresse à sua terra".

Entre os signatários do apelo estão os professores universitários Alfredo Bruto da Costa, Freitas do Amaral e Paula Escarameia, o bispo D. Januário Torgal Ferreira e o padre Anselmo Borges, o sindicalista Carvalho da Silva, o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, o advogado Marinho Pinto, o militar aposentado Pezarat Correia, os deputados Mota Amaral e Vera Jardim, o poeta Manuel Alegre e a ex-ministra da Saúde Leonor Beleza.

Pedro Krupenski da Amnistia Internacional afirmou à Lusa: "A situação de saúde de Haidar impõe medidas urgentes, não só de quem intercede por ela, que é o nosso caso, mas sobretudo por aqueles que têm poder de decisão para resolver a sua situação (...) a única coisa que nos preocupa é a situação de uma pessoa que está no estado em que está apenas por não querer ter uma nacionalidade que não reconhece".

Na sequência do apelo o grupo de personalidades decidiu convocar uma vigília de solidariedade com Aminetu Haidar para a próxima 3ª feira, 15 de Dezembro de 2009, às 18.30 horas, em frente ao Centro Jean Monet em Lisboa.

Texto completo do apelo e lista de subscritores:

APELO PELO RETORNO DE AMINETU HAIDAR À SUA TERRA

Aminetu Haidar corre perigo de vida. Privada do seu passaporte e impedida, por isso mesmo, de regressar ao convívio dos seus familiares, Aminetu Haidar está gravemente debilitada e pode morrer a qualquer momento.
Na semana em que a comunidade internacional celebra mais um aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e reitera a convicção de que as razões de Estado não podem, em nenhuma circunstância, sobrepor-se ao respeito pelos direitos fundamentais de cada pessoa, permitir o retorno de Aminetu Haidar à sua terra é não só um gesto imperioso de grandeza humanitária como uma expressão da validade efectiva dos direitos humanos.
Animados por este espírito e profundamente preocupados com esta situação, juntamo-nos ao apelo da Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos aos Reinos de Espanha e de Marrocos para que sejam criadas, com a máxima urgência, condições para que Aminetu Haidar regresse à sua terra.
Subscrevem este apelo:
Alfredo Bruto da Costa, professor universitário
Anselmo Borges, padre
António Filipe, deputado
Boaventura de Sousa Santos, sociólogo
Carvalho da Silva, sindicalista
D. Januário Torgal Ferreira, bispo
Duarte Cordeiro, deputado
Eduarda Maio, jornalista
Eduardo Cabrita, deputado
Fernando Nobre, médico
Freitas do Amaral, professor universitário
Isabel Allegro de Magalhães, professora universitária
João Galamba, deputado
José Manuel Pureza, deputado
Lucília Justino, dirigente da Amnistia Internacional
Luís Fazenda, deputado
Luís Moita, professor universitário
Luísa Teotónio Pereira, dirigente associativa
Manuel Alegre, poeta
Maria Ângela Pires, dirigente da Amnistia Internacional
Marinho Pinto, advogado
Miguel Real, escritor
Miguel Vale de Almeida, deputado,
Mota Amaral, deputado
Paula Escarameia, professora universitária
Paula Santos, deputada
Pedro Bacelar de Vasconcelos, professor universitário
Pedro Krupenski, dirigente da Amnistia Internacional
Pezarat Correia, militar aposentado
Teresa Beleza, jurista
Teresa Morais, deputada
Vera Jardim, deputado
Vítor Nogueira, activista pelos direitos humanos

Leia notícia anterior no esquerda.net:

Eurodeputados visitam Aminetu Haidar

Veja vídeo: Aminetu Haidar no 25º dia de greve da fome

Aceda à notícia de esquerda.radio:

Quando Aminetu Haidar esteve em Portugal

In Esquerda.net

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Impedimentos administrativos à progressão na carreira inviabilizarão acordo negocial
FENPROF reafirmou posição junto do ME (9/12/2009). A resposta está agora do lado do Governo!
A divergência principal da FENPROF, em relação à proposta do ME, continua a ser a existência de mecanismos administrativos (quotas na atribuição de classificações e vagas para acesso a escalões) que impedem os professores de, independentemente da qualidade do seu desempenho profissional e da classificação obtida em sede de avaliação, progredirem na carreira. Na foto: Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF, em declarações à comunicação social após a reunião no ME, em Lisboa.

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In Fenprof

SN da FENPROF analisou processo de revisão do ECD e decidiu criar condições para um maior envolvimento dos professores
Nota à comunicação social (4/12/2009)

O Secretariado Nacional da FENPROF reuniu em Lisboa, nos dias 3 e 4 de Dezembro para, entre outros aspectos, decidir a sua posição a propósito do processo negocial de revisão do Estatuto da Carreira Docente e, em particular, pronunciar-se sobre os projectos apresentados pelo Ministério da Educação e que se referem à estrutura da carreira e ao regime de avaliação de desempenho.

Parecer da FENPROF aos documentos apresentados pelo M.E. "Estrutura da Carreira Docente" e "Princípios para a Revisão do Modelo de Avaliação de Desempenho"

Proposta para a construção de um modelo coerente, integrado, compatível e eficaz

Estrangulamentos administrativos da carreira serão obstáculo incontornável à verificação de consenso
FENPROF entregou parecer ao ME (7/12/2009)


Propostas do ME sobre estrutura da carreira e avaliação do desempenho continuam amarradas a mecanismos administrativos que a FENPROF rejeita
Reunião negocial no ME (2/12/2009)
Propostas do ME sobre estrutura da carreira e avaliação do desempenho continuam amarradas a mecanismos administrativos que a FENPROF rejeita

Como a FENPROF tem afirmado e fez questão de recordar na reunião de 2/12/2009, no ME, a existência de estrangulamentos administrativos (quer ao reconhecimento do mérito em sede de avaliação, quer à progressão na carreira) condicionará fortemente a possibilidade de se chegar a consenso, requisito indispensável à existência de acordo.
Na foto: Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF, em declarações à comunicação social.


FENPROF considera inaceitável estrutura de carreira sujeita a estrangulamentos administrativos
Nota de imprensa de 30/11/2009
FENPROF considera inaceitável estrutura de carreira sujeita a estrangulamentos administrativos A FENPROF reconhece como positiva a eliminação da divisão da carreira docente (Professor e Professor Titular), dando resposta ao problema da artificialidade das funções atribuídas aos professores e às dificuldades de organização das escolas. Todavia, a proposta ministerial mantém um dos aspectos mais contestados pelos docentes e que foi introduzido na carreira, precisamente, pela via da sua divisão: o estrangulamento do acesso aos patamares mais elevados, que se encontra sujeito a uma contingentação (dotação de vagas) dependente de uma decisão política em que sobreleva a autorização do Ministério das Finanças. Tal opção contraria o discurso, tantas vezes repetido, de reconhecimento e distinção do mérito dos professores. Neste contexto, o que determina o acesso ao topo da carreira não é o mérito revelado no exercício da actividade, mas a abertura de concurso e existência de vaga.
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In Fenprof

Sindicatos e ME cada vez mais separados

À saída da reunião desta manhã, o presidente da Fne, João Dias da Silva, era a cara da desilusão: o entendimento é cada vez mais improvável. Razão: Alexandre Ventura mantém a proposta de criar barreiras administrativas no acesso aos 3º, 5º e 7º escalões.

Carlos Chagas, dirigente do Sindep, afirmou mesmo que a actual proposta do ME agrava as condições de progressão na carreira impostas pelo decreto-lei 15/2007, vulgo estatuto da carreira docente.

As barreiras administrativas deixaram de se chamar quotas e passaram a ter o nome de percentagens de muito bom e excelente.

Tal como vaticinei há duas semanas, só um milagre poderá criar condições para um acordo entre o ME e os sindicatos. O primeiro-ministro e o ministro das finanças já estabeleceram os objectivos do processo negocial: reduzir a despesa com salários na Educação, dê lá por onde der, seja lá de que forma for. Chamem-lhe o que quiserem.

A Fenprof já declarou que vai pedir novo período negocial.
ProfAvaliação

MEDINA CARREIRA, AS NOVAS OPORTUNIDADES E O PARLAMENTO

Medina Carreira compara o Parlamento à Assembleia Nacional de Salazar

Bloco de Esquerda presta contas

Fenprof passa «a bola» ao ministério e não abdica do fim das quotas


Hoje O secretário-geral da Fenprof afirmou hoje que «a bola» está «do lado do Ministério da Educação» no que respeita a um acordo com os sindicatos, actualmente num impasse devido às quotas da avaliação e às vagas na carreira docente Ler Mais
In Sol

terça-feira, dezembro 01, 2009

Suspirai, finalmente o Tratado de Lisboa


Finalmente.

Cerca de cinco anos, que canseira (!!!), depois entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa. Depois de inúmeros ziguezagues para retirar os povos do direito de opinar, depois de impedir referendos nuns países e obrigar a realizá-los noutros até que dessem voto sim, depois de revisões constitucionais para permitir referendos que nunca se realizaram, depois de imensas promessas e chantagens aos povos…

Cinco anos depois o povo continua sem conhecer o Tratado.

Eis a burguesia europeia no seu melhor. Eis os que tudo fizeram para impedir a democracia mesmo a mais elementar, a burguesa; eis o que atrelaram a Europa à NATO e nos consagraram o direito a procurar emprego – não o direito ao emprego…

Perante um poder europeu a esquerda faz bem em apresentar uma alternativa europeia de poder anti-capitalista. Que não haja dúvidas e acabe a cegueira dogmática: a contradição entre o Estado nacional e o imperialismo não é a contradição principal – a contradição fundamental é cada vez mais entre o trabalho e o capital. O nacionalismo só alimenta o conservadorismo – em França alimentou o Le Pen. A esquerda e os comunistas em particular têm uma outra referência: o internacionalismo!

Ideal Comunista

Taxa de desemprego sobe para 10,2% em Portugal

Há 22,5 milhões de desempregados na União Europeia, mais 5 milhões que em Outubro de 2008A taxa média de desemprego na zona euro é de 9,8%, segundo o Eurostat. Portugal é o quarto país da zona euro e o sétimo da União Europeia com a mais elevada taxa de desemprego.
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Esquerda.net

Fiteiros

Anterozóide

QUAL É O TEMPO DE DURAÇÃO DA CARREIRA?

Professores querem saber qual é o tempo de duração da carreira

Os sindicatos de professores querem saber qual será a duração da carreira proposta pelo Ministério da Educação, bem como o número de professores em cada escalão e o tempo necessário para a transição, antes de qualquer compromisso.

Na sequência da primeira reunião sobre a estrutura da carreira docente, realizada na semana passada, tanto a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) como a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) se comprometeram a enviar hoje uma resposta ao Governo sobre esta matéria, na qual pedem dados para avaliarem o impacto das primeiras medidas propostas, no âmbito da negociação em curso.

O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, apresentou na passada quarta-feira aos sindicatos um documento de trabalho, no qual se compromete a acabar com a divisão da carreira em duas categorias (professor e professor titular), o que agrada às estruturas sindicais, mas deixa reservas no que se refere a vagas para acesso ao terceiro, quinto e sétimo escalões.

"Precisamos de esclarecer qual é o tempo de duração da carreira. O ministério diz que serão 10 escalões, mas sem dizer qual é o tempo de permanência em cada um, nem o tempo de serviço necessário para atingir o escalão mais elevado", disse à agência Lusa o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, para quem 10 "não é um número pacífico", embora admita discutir "nove ou oito".

Tanto a FNE como a FENPROF pediram informação sobre o número de professores que estão actualmente em cada escalão para avaliarem o impacto das medidas propostas pelo Governo e manifestaram-se contra a manutenção da prova de ingresso na profissão.

"Se de uma forma geral registamos o fim da divisão carreira como positivo, a alternativa não é mais positiva do que aquilo que existia", pois "deixa de haver duas categorias, mas passa a existir um estrangulamento com três escalões", indicou à Lusa o secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira.

"A questão não era só o nome de professor ou professor titular, tinha só a ver com as consequências. Independentemente do mérito, os professores não podem passar a determinado patamar, em função de uma decisão política [abertura de vagas]", argumentou.

Para a FENPROF, não é necessário que todos os professores cheguem ao topo da carreira, mas aqueles que vierem a revelar mérito, no âmbito de um novo modelo de avaliação, "não podem ser impedidos" de atingir esse reconhecimento.

Ambas as estruturas estiveram hoje a ultimar o texto para o ministério, de forma a prosseguirem as conversações na quarta-feira, numa reunião em que deverão receber já um documento sobre a avaliação de desempenho dos professores para ser discutido posteriormente.

Segundo Mário Nogueira, "está implícito" no documento entregue aos sindicatos na semana passada que vão manter-se quotas para atribuição das melhores classificações.

In Jornal de Notícias.

Solidariedade com a luta dos professores das AECs


O Movimento Escola Pública apoia e apela à participação nesta iniciativa:

Assembleia aberta sobre a situação dos professores das Áreas de Enriquecimento Curricular

5 de Dezembro de 2009. 10h30

Sindicato dos Professores do Norte (R. D. Manuel II, 51 C - 3º - Edifício Cristal Park)


"Os professores das Actividades de Enriquecimento Curricular do Porto estão em luta. São explorados pela Edutec, com a cumplicidade da Câmara Municipal do Porto e a indiferença do Governo e de todas as instituições que deveriam garantir que os direitos destes trabalhadores são garantidos. Fartos de esperar por uma justiça que não chega, quebrando o isolamento e enfrentando a impunidade, estes profissionais vão reunir-se em assembleia aberta no próximo dia 5 de Dezembro, no Porto.Contamos com a presença de todos vós no SPN dia 5 de Dezembro às 10h15m.

FERVE- Fartos destes Recibos Verdes,
Precários Inflexiveis,
Professores das AEC’S do Porto,
Sindicato dos Professores do Norte"

Vê mais no blogue dos precários inflexíveis
MEP

1 DEZ 1640 vs 1 DEZ 2009

Tratado de Lisboa vergonha

No mesmo dia do ano, 1 de Dezembro, feriado em Portugal por se homenagear o povo deste país que em 1640 reconquistou a sua independência e se libertou do jugo de Espanha, os “Vasconcelos” da actualidade festejam a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, em que “venderam” Portugal aos interesses da Europa. Sinto vergonha desta gente, mas se há algo que a história nos ensinou é que um dia, que pode ser daqui a 10 anos, daqui a 30, 50 ou cem anos, o povo deste país defenestrará os traidores e reconquistará a sua dignidade.
Wehavekaosinthegarden

sexta-feira, novembro 27, 2009


FENPROF rejeita estrangulamentos administrativos impostos à carreira docente
Reunião no ME (25/11/2009)

A FENPROF discorda da proposta apresentada pelo ME (25/11/2009), para alteração da actual estrutura da carreira, pois acabando com a divisão dos docentes em professores e professores titulares, substitui o momento em que a progressão se sujeitava a uma contingentação de vagas (o acesso à categoria de professor titular) por três momentos que correspondem ao acesso aos 3º, 5º e 7º escalões da carreira.


Fundamentação, princípios e proposta de trabalho da FENPROF para uma nova estrutura da carreira docente
Processo negocial de revisão do Estatuto da Carreira Docente (Novembro/Dezembro 2009)

A FENPROF (presente na passada quarta-feira, 25/11, no ME, para a primeira de um conjunto de reuniões negociais) defende que a nova estrutura da carreira docente respeite os princípios defendidos pelos professores, cujo conteúdo foi objecto de documento entregue ao ME e que poderá ser consultado nesta página.

Segundo ciclo da avaliação dos docentes está suspenso...

Sem medo das palavras, confirma-se: o segundo ciclo avaliativo está suspenso! Esta é uma boa notícia para as escolas e os professores, que se segue a outra que também foi tornada publica no dia 18 de Novembro: todos os professores serão avaliados no 1.º ciclo, independentemente de terem apresentado proposta de objectivos individuais.

[ler mais]
Fenprof

Bloco central contra reforma aos 40 anos de descontos

PS e PSD contra a reforma aos 40 anos de descontos
PS e PSD intervieram, nesta Quarta feira na AR, contra a proposta de direito à reforma completa, para quem tenha trabalhado e descontado durante 40 anos.
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Esquerda.net

Reunião aberta do Movimento Escola Pública


- Para fazer o balanço das lutas e das conquistas, mantendo viva a vigilância crítica dos/as professores/as.

- Para ajudar a construir o que faz falta: uma escola pública democrática, inclusiva e promotora do sucesso real para todos/as.

Sábado, 28 de Novembro, 15h30
Lisboa, Casa do Brasil (Rua São Pedro de Alcântara, 63 - 1º direito, Bairro Alto)

NÃO ÀS QUOTAS!

Não! Não! Não!
Mil vezes não!
Não podemos aceitar manter as quotas para a progressão na carreira docente. Aceitar seria compactuar com grandes injustiças. Se numa escola temos X docentes a poder progredir, por que só poderão progredir Y? Não seria o mesmo que só poder atribuir, por exemplo, 5 excelentes por turma? Ou deixar progredir/transitar 10 alunos por turma? Ridículo. Se o docente estiver em condições de progredir pode e deve fazê-lo.
Com a manutenção das quotas, o governo PS está a demonstrar mais uma vez que a divisão na carreira só existia para poder impedir a progressão da maioria dos docentes. Estão a querer usar-nos para travar o défice do país. Mas este défice existe porque não existe uma cultura de exigência na escola (leia-se: alunos, pais,...), nas empresas e na sociedade civil. Só se respeita o chico-espertismo. Depois, claro, a maior parte dos cidadãos formados neste sistema serão pouco produtivos, indisciplinados e pouco empreendedores. O País faz-se primeiro na escola e em casa: formando cidadãos.
Querem reduzir o défice? Comecem por cortar nas despesas por cima: salários execravelmente altos dos detentores de cargos/empresas públicas; exigência do cumprimento do valor dos contratos; combate sério à evasão fiscal e à corrupção; repensar das obras públicas megalómanas, corte nas mordomias de detentores de cargos públicos (viatura de gama alta, motorista, viagens, etc.). Poderia ainda dizer mais umas quantas verdades...
A divisão da carreira implica o fim das quotas. Uma não vive sem a outra.
Devemos bater o pé neste ponto, até ao fim. Com ou sem acordo. E sem acordo, voltaremos às ruas.
Não devemos deixar-nos dividir. Juntos somos fortes, e eles (os governos) sabem-no!
MUP

domingo, novembro 22, 2009

Louçã critica crise da justiça e pede combate à corrupção

As jornadas esquerda.net discutiram ideias para o futuro do portal de notícias e do resto da
No encerramento das jornadas do esquerda.net, o coordenador bloquista reforçou o apelo ao “combate pela transparência e contra a corrupção” através das leis que o Bloco leva a discussão parlamentar no início de Dezembro. Louçã pediu esclarecimentos a Sócrates sobre a existência de sacos azuis nas empresas públicas e de pressões para a escolha e o afastamento de dirigentes de empresas públicas, como a Refer, em nome de interesses particulares.
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Esquerda.net

Um testemunho dramático de abuso de carga horária. À atenção da ministrada educação

Lecciono a disciplina de Português no Ensino Secundário e, não sei se sabe, leccionar esta disciplina implica desenvolver continuamente 5 competências e com toda a necessidade de busca e elaboração de recursos, definição de estratégias, com apenas 2 blocos semanais. Tenho 5 turmas, e 3 níveis de ensino: 10º, 11º e 12º ano e ainda apoio uma aluna vinda do estrangeiro e que não é considerado componente lectiva e ainda um bloco de OPTE. Está a ser brutal, porque ainda sou sub coordenadora ( Delegada) de 9 professores e ando numa acção de formação sobre os Novos Programas de Português para o Ensino Básico, de 15 em 15 dias ( até Junho: 50 horas presenciais e 70 online), deslocando me 150 kms ( inicialmente a DGIDC tinha me colocado a 250 km de casa que fica na mesma vila onde se situa a Escola).

A DGIDC pediu às escolas que me tirassem do horário não lectivo, apenas 3 x 45 minutos e depois que reproduzisse a acção na escola. A DGIDC está a exercer uma pressão brutal quer junto da nossa formadora, quer, agora, junto das Direcções das escolas para implementarmos a acção. Com tanta reunião está a ser impossível arranjar um "buraco" para que eu possa aplicar a acção na minha escola. Entre os 15 dias das sessões presenciais, a formadora pede imensas tarefas: reflexões, trabalhos, estudos e com uma bibliografia em catadupa, havendo obras com 300 páginas e em várias línguas!

Hoje foi dia da minha deslocação, cheguei a casa eram 20 horas e estou neste momento quase com um nó na cabeça: olho a resma de testes que tenho à minha frente, olho trabalhos diversos dos alunos dos diferentes níveis, precisava de procurar estratégias diferentes, recursos, etc e aqui estou sem saber a que horas irei descansar.

Tenho 56 anos e 27 de ensino e estou a sentir que regrido, a sentir-me impotente, nem aos fins de semana descanso. O ano lectivo passado, levei 48 alunos do 12º ano a Exame Nacional, passaram todos na 1ª fase e a escola, na disciplina de Português, no ranking, ficou no 15º lugar e isso fez-me sentir recompensada. Não este ano, sei que não vou conseguir levar tanta água a tanto moinho. Esta frustração, esta revolta contra a falta de tempo está a transformar-me, está a tornar-me amarga e eu que sempre fui extrovertida, eu que estou nesta escola vai para 21 anos, perto da minha casa, eu que já nem tenho filhos pequenos, sinto-me deprimida de dia para dia porque não me deixam fazer aquilo que amo: preparar aulas, dedicar-me mais à causa que é a essência da minha vida profissional.

Para argumentar em defesa da minha situação (e de muitos colegas) não queria apontar dedos noutras direcções, mas acho inconcebível que todos os professores de todos os ciclos de estudos/disciplinas, tenham as mesmas horas de serviço individual.

Em suma: na escola estou 22 horas + 3 horas ( formação, mas que em deslocação e mais frequência redundam em mais de 6 horas e meia); 11 horas de trabalho individual onde mais de metade é gasta em reuniões semanais na escola, mesmo no suposto dia de paragem lectiva. Restam os fins de semana super ocupados, onde tento, sob pressão adiantar serviço que também tem passado pela definição de PCT's no secundário.

Deixei de ter vida própria...acho que mesmo com penalização, para o próximo ano largo tudo. E lamento, adoro o que faço, moro quase colada à escola, sei que sou uma referência como professora...mas esta escravidão recuso-a, não apenas por princípio, mas também por exaustão física e psicológica o que já se repercute na família.
Peço desculpa se o texto apresentar alguma desordenação, mas sinto-me exausta neste momento.
Célia Abreu
Foto: Londres
In ProfBlog

sexta-feira, novembro 20, 2009

Ana Drago: "Vimos um ensaio de Bloco Central"
A deputada Ana Drago fez uma declaração de voto denunciando o ensaio de bloco central, entre PS e PSD, que evitou a suspensão do modelo de avaliação dos professores.

Francisco Louçã responde ao acordo PS/PSD na avaliação
O deputado Francisco Louçã intervém no fim do debate sobre a avaliação dos professores, lançando duras críticas ao Governo e ao PSD.
In Esquerda.net

é!… na verdade, se calhar…

verbo1

Anterozóide