A Universidade do Porto criou bolsas extraordinárias e subsídios de emergência para os seus alunos com dificuldades económicas, mas impõe como contrapartida que os beneficiários aceitem trabalhar nas funções para que forem solicitados pela Universidade com uma remuneração de 4,5 euros por hora. Trata-se assim de um expediente para arranjar mão-de-obra barata para a universidade, explorando vergonhosamente estudantes desesperados, afirma a deputada Ana Drago, do Bloco de Esquerda. | |
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quinta-feira, abril 09, 2009
Porto: universidade quer explorar estudantes desesperados
A Universidade do Porto criou bolsas extraordinárias e subsídios de emergência para os seus alunos com dificuldades económicas, mas impõe como contrapartida que os beneficiários aceitem trabalhar nas funções para que forem solicitados pela Universidade com uma remuneração de 4,5 euros por hora. Trata-se assim de um expediente para arranjar mão-de-obra barata para a universidade, explorando vergonhosamente estudantes desesperados, afirma a deputada Ana Drago, do Bloco de Esquerda.
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