TITICA DE GALINHA É NO QUE DÁ
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A Sinistra Ministra
CIDADÃOS! ERGAM-SE E LUTEM! LUTEM! LUTEM POR UM MUNDO MELHOR, MAIS JUSTO, MAIS SOLIDÁRIO E COM JUSTIÇA SOCIAL! TODOS TÊM DIREITO À FELICIDADE! PELA EUROPA DOS POVOS!
De simplex em simplex, lá vai a Sinistra Ministra impondo esta avaliação aos professores. Depois de moribunda, de ser salva pelo Memorando de entendimento, de voltar quase a cair quando cento e vinte mil professores desfilaram em Lisboa e quase toda uma carreira fazer greve, mostrando estar motivados para a luta, não se entende porque nada acontece. Mandando o seu vampiro de serviço, o Pedreira, para fazer a desinformação e a propaganda na comunicação social, (a Sinistra e o Valter Lemos já estão queimados demais), vemos o Sindicato a falar enquanto desmarca greves e parece não saber o que fazer. Não estará na hora de os professores se reunirem nas suas escolas e tomarem a luta nas suas mãos? Vão ficar à espera que se vence esta gente com manifestações e greves feitas de vez em quando? Não estará na hora de exigir mais?
Wehavekaosinthegarden



CONTINUA A DIZER O MESMO QUE HÁ 8 MESES ATRÁS
AQUI LHE FICA O AVISO: POIS NÓS TAMBÉM!!
A Sinistra Ministra
Não podia descer mais baixo. Quem tem feito a figura de arrogante e prepotente durante todo este mandato, quem tem afrontado a dignidade de tanta gente acaba vencida pelo Conselho de Escolas, orgão que ela própria criou. Hoje, aí foi votada suspensão do sistema de avaliação dos professores por uma maioria de 30 votos contra 23. Já hoje tinha mostrado não aguentar uma luta com os alunos e "clarificou" o Estatuto do Aluno, dizendo não fazer qualquer sentido, aquilo que está escrito na lei, coisa que há muito lhe diziam mas que parecia não entender. À tarde, também já considerava aberrante a quantidade de burocracia nos processos de avaliação, como se não tivesse sido ela quem a pariu, e que é necessário acabar com ela. Agora, derrotada pelos seus próprios representantes de um conselho que a devia sustentar e validar, já não está a fazer nada neste governo. Pode ir-se embora e deixar que outros mais competentes e inteligentes tentem remediar toda a porcaria que fez.
Espero, embora sem grande "fé", que os professores entendam que com ou sem esta ministra os problemas realmente graves não ficam resolvidos. Com esta ou outra avaliação é a defesa da escola pública que tem de ser defendida. A luta não pode acabar aí. É no Estatuto da Carreira Docente e em deixar que a escola se transforme numa fábrica de mão de obra precária e barata, com as crianças a serem encerradas na escola das oito da manhã até às sete e meia da noite, vigiados por câmaras de filmar e a aprender a obedecer. A Ministra já tinha dito que o objectivo passa por só 20% dos alunos prosseguir para a faculdade devendo todos os outros seguir na via profissionalizante. Para quem possa pagar fica o poder ser-se doutor, os outros 80% serão a escola pública. Serão os futuros trabalhadores de caixa de supermercado e de Call Centers. E são hoje aqueles a quem a nobre tarefa de professor tem o dever de ensinar Português e Matemática, mas mais importante ainda a pensar, a virem a ser homens mais completos. Pesada responsabilidade esta a dos professores e é por isso que nós pais os devemos ajudar a fazerem uma escola pública, democrática e de qualidade. Com esta ou com outra Sinistra Ministra qualquer.
Wehavekaosinthegarden
O Expresso presta de novo um inestimável serviço à Ministra da Educação ao destacá-la para a primeira página da edição deste sábado, mas traz consigo duas notas muito, mas muito importantes:
Estes elementos, em conjunto com a catadupa de tomadas de posição de escolas e agrupamentos que se conhecem por estes dias (a minha caixa de correio está positivamente repleta delas e eu nem sequer consigo divulgá-las como merecem, demonstram até que ponto o ME erra ao insistir numa teimosia que levará à absoluta ruptura da relação entre docentes, alguns órgãos de gestão e tutela.
Pelos meus cálculos - analisadas as listas e números de assinaturas dos documentos emanados das escolas e agrupamentos, e apesar das pressões existentes em algumas paragens - certamente cerca de 85% ou mais de educadores e professores se têm mostrado incompatibilizados com este modelo de avaliação e com esta equipa ministerial o que, se fizermos bem as contas, rodará os 120.000 que se manifestaram em Lisboa no passado dia 8, mesmo se lhes descontarmos um ou outro conjugue ou parente solidário.
Isto significa uma fractura irremediável na área da Educação e não há Valter lemos, Albino Almeida ou Jorge Pedreira que o consigam ocultar.
E não chegam os apelos do Presidente da República à acalmia, afirmando-se acima deste tipo de conflitos, se depois toma partido por outros grupos ditos «corporativos», considerando-os pilares fundamentais da democracia. Porque ou há coerência - mesmo sendo o PR o chege supremo das Forças Armadas - ou mais vale assumirem-se com clareza os alinhamentos e afinidades.
Quem tem olhos percebe: isto está perfeitamente às avessas e quem começou a incendiar as coisas não foram os professores. Lembremo-nos sempre desse facto incontornável.
A Educação do Meu Umbigo