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quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Ataque Aos Piratas

Os piratas estão em todo o lado e são uma peste de todos os tempos. Já aqui apontei um caminho para os professores se livrarem de alguns tiranos e de todos os adesivos que, coladinhos ao poder, lhes infernizam as vidas.
Os professores não podem deixar de usar todo o arsenal para se verem livres daqueles que os prejudicam, que os maltratam e que os perseguem. Por isso, fez bem Paulo Guinote em abrir o caminho que os sindicatos nunca foram capazes de trilhar - a via legal.

As eleições para Director serão um dos momentos mais importantes para os professores exercerem o controlo democrático sobre s seus líderes A força dos professores estará, mais uma vez, no voto. Embora, por formação, os professores raramente avaliem a sua força para influenciar políticas - nacionais e locais - têm agora um momento soberano para exercerem os seus direitos de cidadania, nomeadamente o direito à indignação e à responsabilização.
Se aguns PCE não estiveram bem. É agora o momento de os responsabilizar. Se foram a "voz do dono", é agora o momento para os silenciarem.
Se os perseguiram sem justa causa, se os coagiram através de notificações estúpidas e de outros expedientes apressados e malévolos, então é agora.
É agora que devem começar a fazer lobby e pressão junto dos alunos, funcionários e pais que têm assento nos Conselhos Gerais para os recusarem como Directores.
Aproveitem agora que, tão cedo, não terão outra oportunidade.
Os sindicatos estão sentados. Não se conhece nenhum processo que tenham intentado contra qualquer PCE tirano.
Reitor

Educação, SA.

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Dez mil alunos exigem demissão da ministra


Grupo de estudantes entrega abaixo-assinado, esta sexta-feira, no Ministério da Educação.


Um grupo de estudantes entrega sexta-feira no Ministério da Educação um abaixo-assinado com dez mil assinaturas a exigir a «imediata demissão» da ministra Maria de Lurdes Rodrigues e uma «participação efectiva» na definição das políticas educativas, escreve a Lusa.
«A Ministra da Educação não reúne mais condições para desempenhar o cargo, já que existe sobre a mesma uma profunda desconfiança e insatisfação por parte da massa estudantil. Por isso, pedimos a sua imediata demissão», afirmou Luís Baptista à Lusa, porta-voz da auto denominada Plataforma Estudantil «Directores Não!».
Milhares de alunos sem aulas por causa do gelo
Alunos bem comportados recebem MP3 em troca
Para assinalar a entrega do documento à tutela, «o maior abaixo-assinado de estudantes do básico e secundário» de sempre, segundo a organização, os activistas da plataforma realizam uma vigília em frente ao ministério entre as 10:00 e as 13:00, num total de 10.000 segundos, representando simbolicamente todos os signatários do abaixo-assinado.
Mas os motivos da insatisfação dos alunos não são apenas «a falta de diálogo» de Maria de Lurdes Rodrigues. O regime de faltas, o novo modelo de gestão de escolar e as condições materiais e humanas nas escolas são outros fundamentos para a realização desta iniciativa.
«Regime de faltas não está esclarecido»
«Consideramos que o novo regime de faltas não ficou devidamente esclarecido. Há uma diferenciação mínima entre faltas justificadas e injustificadas e o próprio conceito das justificadas é ambíguo», afirmou Luís Baptista.
Por outro lado, acrescentou, no que diz respeito à gestão escolar, os estudantes não concordam com o fim da gestão colegial, até agora exercida pelos conselhos executivos, já que isso «prejudica a democracia nas escolas».
«Também estamos contra a possibilidade dos futuros directores serem demitidos pelo Ministério. Passa a haver uma intromissão directa do Governo nas escolas», explicou.
A Plataforma Estudantil solicitou uma reunião com a Ministra da Educação para entregar pessoalmente o abaixo-assinado.
MEP