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quarta-feira, dezembro 31, 2008

Gaza: "O mais brutal banho de sangue desde 1967"

Funeral de duas irmãs de 4 e 9 anos, mortas por um míssil lançado pela aviação israelita em Gaza. Foto EPA/MOHAMMED SABER
Os bombardeamentos das tropas israelitas sobre Gaza já causaram a morte de mais de 364 palestinianos, segundo os serviços de saúde do território. Destes, pelo menos 62 eram mulheres e crianças, segundo a agência da ONU para os refugiados. O número de feridos ultrapassa os 1.400. "É o mais brutal banho de sangue desde 1967", denuncia o deputado palestiniano Mustafa Barghouthi, da Iniciativa Nacional Palestiniana. A ofensiva aérea israelita está apenas na primeira fase, entre várias já decididas, afirmou o primeiro-ministro Ehud Olmert, deixando no ar a ameaça de uma invasão terrestre das tropas israelitas. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu o cessar imediato da violência e criticou o "excessivo uso de força em Gaza". Um navio de guerra israelita atacou a embarcação Dignity que levava 16 activistas e material médico doado por organizações cipriotas e queria chegar ao porto de Gaza.
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Das cinzas de Gaza

Tariq Ali. Foto de alistair, FlickRPerante o último ataque de Israel, a única opção para o nacionalismo palestiniano é abraçar a solução de um só Estado, a exigência de que o país e os seus recursos sejam divididos equitativamente, na proporção de duas populações que são iguais em tamanho - não 80% uma e 20% a outra, uma desapropriação de tal forma iníqua que nenhum povo que tenha auto-estima jamais se vai submeter a ela a longo prazo.

Por Tariq Ali, publicado no Guardian

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sábado, dezembro 27, 2008

A carnificina e o martírio dos palestinianos de Gaza sob as bombas terroristas do Estado sionista de Israel

Desenhos do cartoonista brasileiro Latuff

Imagens do ataque de hoje a Gaza






Este foi um Sábado Negro para os palestinianos da faixa de Gaza. Bombas e mísseis semearam terror, morte e sangue entre a população palestiniana a braços com falta de víveres e de recursos para a sua subsistência por motivo do cerco israelita ao território palestiniano. Informações transmitidas indicam que já se contabilizaram mais de 210 mortos e quase um milhar de feridos pelos ataques do exército sionista. Trata-se do ataque mais mortífero e sanguinários do exército ocupante israelita nos últimos 40 anos.


Entretanto, o líder do movimento Hamas que governa Gaza, Ismael Haniyeh, declarou que os palestinianos nunca se renderão a Israel. Depois do ataque, militantes do Hamas lançaram novos foguetes contra o território controlado por Israel que, como se sabe, ocupa ilegalmente vastas regiões da Palestina, apropriando-se de terras e descriminando a população local.


Consultar:





Pimenta Negra