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sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Mais números que nos chegam


Escola Secundária Gabriel Pereira - Évora
Entregaram os Objectivos Individuais - 25
Não entregaram os Objectivos Individuais - 149

Escola Sec + 3 C de Ferreira Dias
Número de professores da Escola/Agrupamento: 215
Dia do final do prazo para entrega dos objectivos: 2.02.09
Número de professores que entregaram os objectivos: 114
Número de professores que não entregaram os objectivos: 101

Agrupamento de Escolas D. Martinho Castelo Branco – Portimão
Número de professores que entregaram os objectivos individuais: 62
Número de professores que não entregaram os objectivos individuais: 56

Escola Secundária Poeta António Aleixo - Portimão
Número total de professores: 136.
Foram notificados por não entregarem objectivos individuais: 65

Agrupamento de Escolas Ruy Belo (Monte Abraão)
Entregaram os objectivos individuais: 156
Não entregaram: 12 (8 são contratados! - o único grupo disciplinar a 100% foi o meu- grupo 910 (Ed. Especial) 3 contratadas em situação de prova de ingresso!- estou orgulhosa! - Sofia Barcelos).
MEP

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

OS NÚMEROS DA RESISTÊNCIA

AGRUPAMENTOS/ESCOLAS E O NÚMEROS DE PROFESSORES QUE ENTREGARAM E NÃO ENTREGARAM OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS.

Disponibilizamos os primeiros dados que nos chegaram relativamente ao número de professores que entregaram e não entregaram os objectivos individuais.

A lista será actualizada à medida que nos forem chegando os dados (tal como eventuais rectificações, devem ser enviados para o e-mail mobilizar.e.unir.professores@gmail.com).

Agrupamento Abel Varzim: Entregaram - 70 professores; Não entregaram - 50 professores.

Agrupamento de Escolas da Abelheira - Viana do Castelo: Entregaram - 90 professores; Não entregaram - 50 professores

Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião - Vila Real: Entregaram - 13 professores; Não entregaram - 79 professores.

Agrupamento de Escolas Diogo Cão - Vila Real: Entregaram – 40 professores; Não entregaram - 239 professores.

Agrupamento de Escolas Monsenhor Jerónimo de Amaral - Vila Real: Entregaram - 51 professores; Não entregaram - 156 professores.

Agrupamento de Escolas Pintor José de Brito – Portuzelo - Viana do Castelo: Entregaram - 54 professores; Não entregaram - 106 professores.

Agrupamento de Escolas Trigal Santa Maria: Entregaram – 51 professores; Não entregaram - 62 professores.

Agrupamento Diogo Cão - Vila Real: Entregaram - 40 professores; Não entregaram - 239 professores.

Agrupamento Monsenhor Jerónimo Amaral - Vila Real: Entregaram - 50 professores; Não entregaram - 120 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Abação – Guimarães: Entregaram - 104 professores; Não entregaram: 3 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de S. Teotónio – Odemira: Entregaram - 37 professores; Não entregaram - 25 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Sabrosa - Vila Real: Entregaram - 9 professores; Não entregaram - 96 professores.

Escola Secundária c/ 3º CEB de Cristina Torres - Figueira da Foz: Entregaram - 13 professores; Não entregaram - 70 professores.

Escola Secundária c/ 3º Ciclo D. Manuel I – Beja: (Aguardamos os dados relativos ao número dos professores que entregaram); Não entregaram - 5 professores.

Escola Secundária Camilo Castelo Branco - Vila Real: Entregaram - 27 professores; Não entregaram -153 professores.

Escola Secundária da Amadora (dados oficiosos): Entregaram - 118 professores; Não entregaram - 42 professores.

Escola Secundária da Amadora: Entregaram - 115 professores; Não entregaram - 44 professores.

Escola Secundária de Maximinos – Braga: Entregaram - 48 professores; Não entregaram - 83 professores.

Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real: Entregaram - 28 professores; Não entregaram - 85 professores.

Escola Secundária de Vergílio Ferreira – Lisboa: Entregaram - 60 professores; Não entregaram - 59 professores.

Escola Secundária dos Carvalhos: Entregaram - 39 professores; Não entregaram - 78 professores.

Escola Secundária Dr. João Araújo Correia – Régua: Entregaram - 36 professores; Não entregaram - 85 professores.

Escola Secundária Fernando Lopes-Graça – Parede: Entregaram - 122 professores; Não entregaram - 18 professores.

Escola Secundária Madeira Torres - Torres Vedras: Nenhum professor entregou os OI (aguardamos que nos seja remetido o número total de professores da escola).

Escola Secundária Maximinos – Braga: Entregaram - 48 professores; Não entregaram - 83 professores.

Escola Secundária/3 de Mirandela: Entregaram - 74 professores; Não entregaram - 66 professores.
MUP

terça-feira, dezembro 23, 2008

A desobediência, segundo Mateus. Ou de como a resistência interna nas escolas pode ser justificada à luz da ética cristã


Ao ler uma vez mais o capítulo 2 do Evangelho de Mateus (2-3), nomeadamente os Magos do Oriente, a Fuga para o Egipto e Jesus em Nazaré, apercebi-me que o Natal é uma história de desobediência: primeiro dos Reis Magos que desobedeceram à ordem do Rei Herodes e depois da Virgem Maria e de São José, que também desobedeceram às ordens do Rei Herodes, fugindo para o Egipto! Só quando morreu o Rei Herodes, que atentava contra a vida do Menino Jesus, o anjo apareceu a São José e lhe disse que podia "parar de desobeder" e regressar a Israel. Ainda assim, José foi para a Galileia em vez de regressar à Judeia, não fosse Arquelau, sucessor de Herodes, dar continuidade aos crimes do seu antecessor...E o que nos diz o evangelista Mateus? Que a desobediência é saudável, que devemos desobedecer?!... Certamente que não, mas que ela se impõe quando é para evitar uma mal maior ou quando permite alcançar um bem maior. De facto, a desobediência é fundamental e crucial na história da humanidade e justifica-se quando colocada ao serviço da nobreza e do carácter! Na verdade, não teríamos tido salvação na terra, se não tivesse havido três reis magos que desafiaram o Rei da terra: em vez de o avisarem onde nascera o Menino, voltaram a casa por outro caminho... Mas também não teríamos tido salvação se a Virgem Maria na Anunciação não tivesse dito "SIM, faça-se em mim segundo a Tua palavra"! E se o Anjo não tivesse avisado são José em sonhos! Tantas pequeninas coisas que, juntas, salvaram o mundo...
E o que é que estes episódios bíblicos têm que ver com a luta dos professores, nomeadamente com a recusa na entrega dos objectivos individuais? Tudo. Só não entende quem não quiser.
Cristina Ribas
ProfAvaliação

sábado, novembro 01, 2008

APEDE apela aos sindicatos para denunciarem o memorando de entendimento e radicalizarem a luta dos professores

A Direcção da APEDE, reunida no dia 31 de Outubro, depois de analisados os passos recentemente dados no sentido da construção da unidade com vista a uma manifestação única em Novembro, entende que os movimentos de professores devem salvaguardar a sua independência e a genuinidade das suas iniciativas autónomas. Nesse sentido, considera que o seu apoio à manifestação nacional do dia 8, motivada pelo facto de as direcções sindicais reconhecerem que o memorando de entendimento está esgotado face à resistência e ao combate que os docentes estão, autonomamente, a travar nas suas escolas, não pode, contudo, ser impeditivo da realização de acções onde os professores afirmem um espaço próprio de intervenção e de reivindicação. Por conseguinte, a Direcção da APEDE reafirma a relevância incontornável do dia 15 como uma data agregadora dos professores que querem fazer ouvir a sua voz. A APEDE manifesta assim a sua disposição para concretizar um momento organizativo que responda ao movimento dos professores que, neste momento, estão a desenvolver uma luta difícil e exigente, e que precisam de estruturar a resistência nas escolas, a qual não pode ser esvaziada.
Constatando que os professores estão a radicalizar a sua luta e que muitos continuam empenhados em se manifestar no dia 15 de Novembro, sendo essa uma realidade à qual os movimentos independentes de professores têm de dar resposta, a APEDE reafirma, paralelamente ao apoio à manifestação do dia 8, manter o seu empenho na concretização da manifestação de 15 de Novembro, fazendo dela um momento organizativo para os professores que resistem nas escolas. Essa manifestação não pode nem deve ser entendida como uma iniciativa que pretenda contrariar a convergência expressa no comunicado conjunto da FENPROF/Movimentos de Professores. Ela pretende, tão-só, prolongar e aprofundar a acção de protesto do dia 8, mostrando que os professores, autonomamente organizados, não vão recuar perante as chantagens e as intimidações do Ministério da Educação. Apelamos a todos os professores que desejem manifestar-se no dia 15 que se organizem, designando representantes das escolas para participar num plenário a realizar numa data a definir, plenário destinado a dar fôlego e articulação organizativa à resistência desenvolvida nos estabelecimentos de ensino. Não queremos dividir. Queremos acrescentar.
A APEDE vem também desmentir declarações atribuídas ao seu porta-voz, Mário Machaqueiro, que sugerem que o nosso apoio à manifestação do dia 8 e a nossa concordância com o comunicado conjunto significam, da nossa parte, uma renúncia à exigência de que a Plataforma de Sindicatos rompa com o memorando de entendimento. O que foi dito à comunicação social aponta no sentido exactamente oposto: a APEDE regozija-se com o facto de os sindicatos afirmarem publicamente que esse memorando já não consegue responder à situação criada nas escolas e que é necessário exigir a suspensão imediata do modelo de avaliação. Consideramos, pois, que passos importantes foram dados em direcção a uma ruptura clara e inequívoca com o acordo que os sindicatos assinaram com a Ministra da Educação. E continuamos a aguardar que essa ruptura seja anunciada, pois só ela consegue fazer justiça às aspirações legítimas dos professores. O plenário que a Plataforma de Sindicatos tenciona realizar no dia 8 deverá constituir uma oportunidade para que seja decidida a denúncia do memorando de entendimento. E só assim o entendemos. A APEDE considera que, se essa ocasião se perder, os sindicatos darão um sinal profundamente negativo aos professores que esperam deles a determinação em apoiar a radicalização da luta nas escolas.
ProfAvaliação